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A ILHA DE NIM - (FILME)

NOVIDADES

AVENTURAS CHEIAS DE ANIMAÇÃO, SUSPENSE E HUMOR!
Na tua Biblioteca!

A Ilha de Nim de Wendy Orr
Ilustração de Kerry Millard

Sinopse:
Nim vive numa ilha no meio do oceano azul com o seu pai Jack, uma iguana marinha chamada Fred, um leão-marinho chamado Selkie, uma tartaruga chamada Chica e um disco de satélite para receber os e-mails. Ninguém no mundo vive como Nim e ela não trocaria de vida com ninguém.
Mas quando Jack desaparece com o seu barco e o desastre ameaça a sua casa, Nim tem que ser mais corajosa do que alguma vez foi. E precisa de ajuda dos seus amigos, novos e antigos.

Uma Aventura de Nim no Mar de Wendy Orr

Ilustração de Kerry Millard

Sinopse:

Nim vive numa ilha no meio do oceano com o seu pai Jack, uma iguana marinha chamada Fred, um leão-marinho chamado Selkie, e a sua nova amiga Alex Rover. Nim é livre como um pássaro e não trocaria de vida com ninguém.Mas quando Alex se vai embora no hidroavião, sem dizer adeus e Selkie é raptada por os vilões do navio, Nim tem que arriscar tudo para os trazer de volta. A sua perigosa missão de resgate leva-a através do oceano até Nova Iorque. Ainda bem que ela tem Fred e dois novos amigos do seu lado.
REQUISITA-OS JÁ!

LIVRO


Livro
um amigo
para falar comigo
um navio
para viajar
um jardim
para brincar
uma escola
para levar
debaixo do braço.

Livro
um abraço
para além do tempo
e do espaço.

Luísa Ducla Soares, Poemas da Mentira e da Verdade

9 de Outubro - DIA MUNDIAL DOS CORREIOS

Esperas um e-mail de um colega?
Uma mensagem de uma amiga?
Um toque da tua Mãe?

Uma fotografia do teu primo em férias “naquele lugar”, enquanto tu te matas a trabalhar na Escola?

Durante muito tempo os Correios foram a solução para saber ou enviar notícias de amigos e familiares, através de cartas, postais ou, em casos de muita urgências, de telegramas; ...... mandar
fotografias e documentos, encomendas com prendas muito esperadas...; telefonar para o estrangeiro, às vezes até para bem perto.
Tudo demorava mais tempo...
No entanto os serviços prestados pelos Correios continuam a ser muito utilizados, sendo que estes são também cada vez mais
diversificados: desde a venda de livros a colecções de selos, passando pela utilização da Internet, ainda não acessível a todos.

1 de OUTUBRO - DIA DA ÁGUA

Clica na seguinte hiperligação e observa o CICLO DA ÁGUA:
http://www.inag.pt/jovem/aprender/ciclo.html

Também podes divertir-te realizando jogos:
http://www.inag.pt/jovem/jogos/jogoMemoria.html
http://www.inag.pt/jovem/jogos/jogoFoca.html

ÁGUA É VIDA!

Louis Armstrong - What A Wonderful World

O Mundo é maravilhoso... Celebremos o Dia Mundial da Música com esta inesquecível canção de Louis Armstrong!

1 de Outubro - DIA MUNDIAL DA MÚSICA

A música está sempre presente nas nossas vidas! Ouvimos música na televisão - em programas, notícias e anúncios, na rádio, nas lojas, competições desportivas... em alguns transportes públicos... até quando nos põem à espera, quando ligamos pelo telefone para algumas pessoas!

Curiosidades
A palavra música vem do grego “mousikê”, que significa “arte das musas” (deusas). As musas da música eram em número de 3...

A música desperta emoções – foi a conclusão a que chegaram alguns cientistas. Alegria, tristeza.... a música actua sobre o nosso cérebro, que produz substâncias químicas que alteram o nosso humor (bom ou mau).

A música é tão velha como a humanidade?! Os primeiros instrumentos terão sido os pés e as mãos... e a voz, a que se seguiram pedaços de conchas ou de madeira, mais ou m
enos transformados. A música esteve primeiro ligada às cerimónias religiosas.

Na China, a música tem uma grande ligação com a Natureza. A ópera chinesa combina música, canto, teatro, mímica e acrobacia. Gongos, instrumentos de sopro e de cordas integram os instrumentos, destacando-se o sheng, espécie de harmónica.

No Japão o teatro kabuki combina poesia, mímica, danças e música, ilustrando a cultura popular e os feitos dos samurais – antigos guerreiro nobres. O shamisen, alaúde de três cordas, as flauta e os tambores são os principais instrumentos.




A música indiana está ligada à poesia, aos sentimentos do amor, da paixão e à adoração dos deuses. A sitar, que se assemelha a uma guitarra, é um instrumento tradicional.



A orquestra indónésia tem o nome de gamelão , o qual é composto sobretudo por instrumentos de percursão acompanha qualquer celebração teatral, religiosa ou social.


A música árabe privilegia a voz e a relação com Alá, com se pode escutar nos chamamentos para a oração.



A música dos aborígenes acompanha as festas e os rituais religiosos. O didjeridoo, grande tubo de madeira oca que produz um som grave quando soprado.

A música africana conta histórias e transmita mensagens, bem
ritmada pelos djembés – tambores em forma de ampulheta.
O samba brasileiro é dominado pelos instrumentos de percurssão, que por vezes dá origem à batucada.


O tango argentino, de inspiração romântica, tem no bandoneon, o acordeão alemão o seu instrumento típico, a que se juntam o violino e as guitarras.

A música dos povos índigenas da América do Norte (índios) canta a natureza e o amor e é vocal, sendo acompanhada por vezes por tambores.

O flamenco é ritmado pelos batimentos de pés, mão e castanholas e conta acontecimentos emocionais.


O fado é acompanhado pelas guitarras portuguesas e guitarras clássicas, expressando sentimentos e emoções.


A harpa e a gaita de foles associam-se à música de origem céltica, em cujo canto se contam os dramas e as esperanças dos povos.



Consulta os seguintes livros (entre outros)...
O Meu álbum da Música - Professor Genius, Editora Impala
A Música – Enciclopédia dos Jovens Larousse, Campo das Letras

A Maior Flor do Mundo (José Saramago)

Diverte-te com esta versão animada do livro de José Saramago A Maior Flor do Mundo. Produzido em 2007, o filme ganhou o prémio de melhor animação do Anchorage Internacional Film Festival e foi nomeado para os Goya deste ano na categoria de melhor curta-metragem. Saramago aparece no filme, como narrador e como personagem.
Lê este livro, não te vais arrepender...
BOAS LEITURAS!

Cabeças no Ar - O Baile da Biblioteca

VIVA A BIBLIOTECA!

Diverte-te com esta canção feita em homenagem à Biblioteca, aos livros e seus autores!


Baile da Biblioteca


(Interpretação: Cabeças no Ar Composição: Carlos Tê / João Gil)


Sou o vosso professor
E sei de um baile de gala
Que se dá todas as noites
Nas estantes da tua sala

Olha Ulisses o Argonauta
A dançar com o mar à proa
Aquele é o senhor Fernando
A dançar com a sua Pessoa

Olha o mestre Gil Vicente
Entre a rainha e o bobo
E aquele à frente é o Aleixo
É o poeta do povo

É o baile, é o baile, é o baile
É o baile, é o baile, é o baile
É o baile, é o baile, é o baile, é o baile
Da biblioteca

Sai o Zorro de rompante
Numa lombada de couro
A declarar ser migrante
Para a ilha do tesouro

Ao piano o Conde d'Abranhos
Não dá sinais de abrandar
É preciso o sol nascer
Para o baile acabar

Como se anda Dom Quixote
Largando da mão a lança
Vamos dormir criaturas
Que amanhã também se dança

É o baile, é o baile, é o baile
É o baile, é o baile, é o baile
É o baile, é o baile, é o baile, é o baile
Da biblioteca

PROJECTO CONTRA A VIOLÊNCIA DOMÉSTICA

A Directora de Turma do 6ºD, Profª Lívia Ferreira, em colaboração com outos professores da turma, desenvolveu um projecto de sensibilização para a problemática da violência doméstica.
A turma empenhou-se na concretização do Projecto “SOS sem limites - Diga não à violência, ajude!”, que pretende angariar géneros variados para serem oferecidos à Associação de Apoio à Vítima de Violência Doméstica, que tem sede em Portimão, na “Casa das Artes”.

POR FAVOR, AJUDEM! UM PEQUENO GESTO PODE FAZER TODA A DIFERENÇA !
O 6ºD vem deste modo informar que está a desenvolver o projecto “SOS sem limites – Diga não à violência, ajude!”, para ajudar as pessoas que sofrem de maus tratos…
Se quiser ajudar , traga roupa, brinquedos e géneros alimentícios que deverão colocar nas caixas de cartão que estão expostas ao lado da Sala do Aluno.
Nos dias 16 e 17 de Junho, ao lado do campo de jogos, estarão bancas em que vamos angariar fundos, vendendo diversas coisas feitas por nós e onde também poderá divertir-se jogando.
Obrigado pala vossa colaboração!!!

EXPOSIÇÃO ED. VISUAL/ PINTURA

Podes agora observar os trabalhos que estiveram em exposição no final deste ano lectivo e que foram realizados pelas turmas 7º A, 7ºB, 7ºE, 9ºA, 9ºB e 9ºC nas aulas de Educação Visual e de Expressão Plástica/ Pintura, sob a orientação do Prof. Jorge Guerreiro.

EXPOSIÇÃO ED.VISUAL/ PINTURA


OS MELHORES LEITORES DO 3º PERÍODO

OS MELHORES LEITORES DO 3º PERÍODO FORAM:

* Kimberly Gonçalves, nº27 , 5ºG
*Carina Silvestre, nº4, 5ºG
*Inna Sandulyak, nº15, 6ºB
*Bebiana Mendes, nº6, 6ºB
*Sara Spencer ,nº14, CEF Comercial
*Dulce Lopes, nº7, 5ºG
*Margarida Recatia, nº17, 5ºC

OS PRÉMIOS E DIPLOMAS SERÃO ENTREGUES, DIA 19 de JUNHO (Quinta- Feira), PELAS 13.45, NA BIBLIOTECA!
CONTINUAÇÃO DE BOAS LEITURAS...

COMEMORAÇÕES DO DIA MUNDIAL DO AMBIENTE

A Camada De Ozono

From: isabelmarreiros, 10 minutes ago


Trabalho realizado por alunos do 9ºAno e apresentado às turmas de 5º e 6º Ano no Dia Mundial do Ambiente na Biblioteca.

CONCURSO LITERÁRIO - TEXTOS PREMIADOS - 3ºCICLO

Ricardo Jorge Sebastião de Brito, 8º ano - 1º Prémio (3º Ciclo)

Numa ilha muito longínqua, eu e as minhas três irmãs éramos muito pobres, órfãs de mãe e vivíamos numa casa muito pequena. O nosso pai trabalhava no campo e tinha muito pouco dinheiro. O ordenado era baixo e havia muitas despesas a pagar. Nenhuma de nós estudava, pois não havia dinheiro. E no meio disto tudo havia um cão. Ele era a alegria da casa, pois era muito divertido, brincalhão e também era bem comportado. O cão e as minhas três irmãs gostavam muito de brincar uns com os outros. Apenas eu, a irmã mais velha, não gostava daquelas brincadeiras, pois achava-as muito infantis e eu já tinha catorze anos. Sempre quis muito estudar mas não podia, pois não havia dinheiro. Eu adorava o nosso cão e desabafava muito com ele. Tínhamos chegado a uma época de muitas doenças e o meu pai acabou por morrer com uma dessas doenças. Tive de começar a procurar emprego. As minhas irmãs ficavam sozinhas em casa, mas o meu cão cuidava delas. Decidi ir estudar tinha eu dezasseis anos mas, como as minhas irmãs não queriam estudar, eu aproveitei. Quando lhes dei a notícia, as minhas irmãs ficaram radiantes, juntamente com o meu cão. Não parou de dar pulos. Eu agradeci-lhe, pois ele nunca deixou de me apoiar e estava lá nos momentos mais difíceis.
Hoje tenho quarenta anos, sou licenciada em Línguas e Literaturas, tenho um filho de oito anos e sou feliz, muito feliz. As minhas irmãs também são felizes, mas não têm filhos. Sabem ler e escrever, pois eu ensinei-lhes. Em relação ao cão já não é o mesmo, pois o outro morreu de velhice. Agora tenho outro cão tão especial quanto o que tive e isso é o que importa.

Ana Lúcia Alves Correia, 7º ano - 2º Prémio(3º Ciclo)

Numa tarde de Primavera, Rosa, Maria, Ana e Catarina, acompanhadas pelo seu fiel amigo Patacas, decidiram ir até à praia. Quando chegaram, pousaram as toalhas e correram até ao mar para sentirem a água nos seus pés.
Desde que as férias começaram, as quatro amigas tinham sempre tentado passar as tardes juntas. Estavam sempre prontas para uma aventura
- O que acham de irmos até àquela rocha ali ao fundo? - sugeriu Catarina. - Podíamos fazer uma corrida!
Todos concordaram, e o vencedor foi, claro, o Patacas, que era o mais rápido, seguido pela Catarina e pelas outras amigas. Depois de muito brincarem, Ana achou algo um tanto esquisito na areia.
-O que será? - perguntou, curiosa a Maria.
O objecto tinha a forma de um pentágono e tinha cinco pequenas jóias, uma de cada cor em cada ponta. As raparigas decidiram guardar aquele maravilhoso objecto e investigar. À noite, Rosa (que tinha ficado com o pentágono) reparou que o objecto tinha algo gravado. Dizia: “ O pentágono da esperança estará sempre vivo, nos corações do povo”.
No dia seguinte Rosa mostrou a frase às suas companheiras. Patacas, como por magia, cheirou o objecto e começou a correr até à biblioteca. Lá, as quatro amigas tiveram a oportunidade de poder pesquisar sobre o pentágono e acharam uma coisa maravilhosa. O pentágono da esperança era uma jóia lendária. As cinco pontas significavam os cinco continentes do planeta, e a frase inscrita queria dizer que, por mais guerra que o mundo possa ter, haverá sempre esperança.
As amigas decidiram enterrar a jóia e guardar segredo sobre este fantástico objecto.

Patric Teixeira Pereira, 7º ano - 3º Prémio(3º Ciclo)

Num lindo sábado de Primavera, onde todas as flores de amendoeira já desabrochavam, quatro amigas chamadas Inês, Joana, Andreia e Ana decidiram reunir-se e ir dar um passeio pelo campo, visto que estava um dia em que o sol iluminava tudo de uma maneira mais brilhante e oferecia um calor com uma certa frescura, mas também porque já estavam fartas da poluição que teriam de respirar na cidade.
Encontraram-se todos e fizeram-se ao caminho. Iam por uma pequena estrada de terra batida onde, assim do nada, se depararam com um pequeno cachorrinho, o qual tinha uma tristeza e receio nos seus olhos. O seu pêlo era castanho bastante clarinho que se realçava ainda mais com a luz solar incidindo sobre ele.
A Inês, como adorava animais como os futebolistas adoram a bola, pegou no cachorrinho e dirigiu-se às suas amigas :
- Oh! Pobre Cachorrinho...- disse com um sentimento de pena enorme.
- Se calhar perdeu-se. - acrescentou a Ana- Vê lá se ele tem coleira.
- Não, não tem. - respondeu a Inês.
- Ou então talvez os seus donos o tenham abandonado. - opinou a Andreia fazendo suaves festinhas no adorável cachorrinho.
- Tens razão. - concordou a Joana.- As pessoas hoje em dia livram-se dos seus animais como se livram do lixo!
- Sendo assim, levamos o cachorro, visto que ele também já se familiarizou com a Inês e pode ser que encontremos o seu dono caso ele se tenha perdido.- disse a Ana.
As outras três raparigas concordaram e assim fizeram.
Algum tempo mais tarde as raparigas e até o próprio cachorrinho cansaram-se e desistiram.
- Não vale a pena.
- Parece que vamos ter de ficar com ele. - disse a Inês.
- Por nós tudo bem. Mas só uma coisa... - afirmaram as três raparigas.
- O quê? - perguntou a Inês um pouco desconfiada.
- Nós damos o nome ao cão que passará a chamar-se “Cadelo” e tu cuidas dele.
E assim fizeram. O cachorrinho cresceu e nunca mais se esqueceu da sua dona muito carinhosa e das suas amigas.