A Maior Flor do Mundo (José Saramago)
Diverte-te com esta versão animada do livro de José Saramago A Maior Flor do Mundo. Produzido em 2007, o filme ganhou o prémio de melhor animação do Anchorage Internacional Film Festival e foi nomeado para os Goya deste ano na categoria de melhor curta-metragem. Saramago aparece no filme, como narrador e como personagem.
Lê este livro, não te vais arrepender...
BOAS LEITURAS!
VIVA A BIBLIOTECA!
Diverte-te com esta canção feita em homenagem à Biblioteca, aos livros e seus autores!
Baile da Biblioteca
(Interpretação: Cabeças no Ar Composição: Carlos Tê / João Gil)
E sei de um baile de gala
Que se dá todas as noites
Que se dá todas as noites
Nas estantes da tua sala
Olha Ulisses o Argonauta
A dançar com o mar à proa
Aquele é o senhor Fernando
A dançar com a sua Pessoa
Olha o mestre Gil Vicente
Entre a rainha e o bobo
E aquele à frente é o Aleixo
É o poeta do povo
É o baile, é o baile, é o baile
É o baile, é o baile, é o baile
É o baile, é o baile, é o baile, é o baile
Da biblioteca
Sai o Zorro de rompante
Numa lombada de couro
A declarar ser migrante
Para a ilha do tesouro
Ao piano o Conde d'Abranhos
Não dá sinais de abrandar
É preciso o sol nascer
Para o baile acabar
Como se anda Dom Quixote
Largando da mão a lança
Vamos dormir criaturas
Que amanhã também se dança
É o baile, é o baile, é o baile
É o baile, é o baile, é o baile
É o baile, é o baile, é o baile, é o baile
Da biblioteca
Semana da Leitura 2008
Semana da Leitura 2008
From: isabelmarreiros, 14 minutes ago
Apresentação das actividades desenvolvidas na Semana da Leitura 2008
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O JORNALECO JÁ ESTÁ ON-LINE!
Agora o JORNALECO já se encontra on-line. Disponibilizamos-te aqui o número dois. Faz a tua leitura e aguarda pelo nº1, nº3 e nº4 que serão divulgados brevemente. Boas leituras e férias felizes!
PROJECTO CONTRA A VIOLÊNCIA DOMÉSTICA
A Directora de Turma do 6ºD, Profª Lívia Ferreira, em colaboração com outos professores da turma, desenvolveu um projecto de sensibilização para a problemática da violência doméstica.A turma empenhou-se na concretização do Projecto “SOS sem limites - Diga não à violência, ajude!”, que pretende angariar géneros variados para serem oferecidos à Associação de Apoio à Vítima de Violência Doméstica, que tem sede em Portimão, na “Casa das Artes”.
POR FAVOR, AJUDEM! UM PEQUENO GESTO PODE FAZER TODA A DIFERENÇA !
O 6ºD vem deste modo informar que está a desenvolver o projecto “SOS sem limites – Diga não à violência, ajude!”, para ajudar as pessoas que sofrem de maus tratos…
Se quiser ajudar , traga roupa, brinquedos e géneros alimentícios que deverão colocar nas caixas de cartão que estão expostas ao lado da Sala do Aluno.
Nos dias 16 e 17 de Junho, ao lado do campo de jogos, estarão bancas em que vamos angariar fundos, vendendo diversas coisas feitas por nós e onde também poderá divertir-se jogando.
Obrigado pala vossa colaboração!!!
POR FAVOR, AJUDEM! UM PEQUENO GESTO PODE FAZER TODA A DIFERENÇA !
O 6ºD vem deste modo informar que está a desenvolver o projecto “SOS sem limites – Diga não à violência, ajude!”, para ajudar as pessoas que sofrem de maus tratos…
Se quiser ajudar , traga roupa, brinquedos e géneros alimentícios que deverão colocar nas caixas de cartão que estão expostas ao lado da Sala do Aluno.
Nos dias 16 e 17 de Junho, ao lado do campo de jogos, estarão bancas em que vamos angariar fundos, vendendo diversas coisas feitas por nós e onde também poderá divertir-se jogando.
Obrigado pala vossa colaboração!!!
EXPOSIÇÃO ED. VISUAL/ PINTURA
Podes agora observar os trabalhos que estiveram em exposição no final deste ano lectivo e que foram realizados pelas turmas 7º A, 7ºB, 7ºE, 9ºA, 9ºB e 9ºC nas aulas de Educação Visual e de Expressão Plástica/ Pintura, sob a orientação do Prof. Jorge Guerreiro.
OS MELHORES LEITORES DO 3º PERÍODO
OS MELH
ORES LEITORES DO 3º PERÍODO FORAM:
* Kimberly Gonçalves, nº27 , 5ºG
*Carina Silvestre, nº4, 5ºG
*Inna Sandulyak, nº15, 6ºB
*Bebiana Mendes, nº6, 6ºB
*Sara Spencer ,nº14, CEF Comercial
*Dulce Lopes, nº7, 5ºG
*Margarida Recatia, nº17, 5ºC
OS PRÉMIOS E DIPLOMAS SERÃO ENTREGUES, DIA 19 de JUNHO (Quinta- Feira), PELAS 13.45, NA BIBLIOTECA!
CONTINUAÇÃO DE BOAS LEITURAS...
ORES LEITORES DO 3º PERÍODO FORAM:* Kimberly Gonçalves, nº27 , 5ºG
*Carina Silvestre, nº4, 5ºG
*Inna Sandulyak, nº15, 6ºB
*Bebiana Mendes, nº6, 6ºB
*Sara Spencer ,nº14, CEF Comercial
*Dulce Lopes, nº7, 5ºG
*Margarida Recatia, nº17, 5ºC
OS PRÉMIOS E DIPLOMAS SERÃO ENTREGUES, DIA 19 de JUNHO (Quinta- Feira), PELAS 13.45, NA BIBLIOTECA!
CONTINUAÇÃO DE BOAS LEITURAS...
COMEMORAÇÕES DO DIA MUNDIAL DO AMBIENTE
A Camada De Ozono
From: isabelmarreiros, 10 minutes agoTrabalho realizado por alunos do 9ºAno e apresentado às turmas de 5º e 6º Ano no Dia Mundial do Ambiente na Biblioteca.
CONCURSO LITERÁRIO - TEXTOS PREMIADOS - 3ºCICLO
Ricardo Jorge Sebastião de Brito, 8º ano - 1º Prémio (3º Ciclo)
Numa ilha muito longínqua, eu e as minhas três irmãs éramos muito pobres, órfãs de
mãe e vivíamos numa casa muito pequena. O nosso pai trabalhava no campo e tinha muito pouco dinheiro. O ordenado era baixo e havia muitas despesas a pagar. Nenhuma de nós estudava, pois não havia dinheiro. E no meio disto tudo havia um cão. Ele era a alegria da casa, pois era muito divertido, brincalhão e também era bem comportado. O cão e as minhas três irmãs gostavam muito de brincar uns com os outros. Apenas eu, a irmã mais velha, não gostava daquelas brincadeiras, pois achava-as muito infantis e eu já tinha catorze anos. Sempre quis muito estudar mas não podia, pois não havia dinheiro. Eu adorava o nosso cão e desabafava muito com ele. Tínhamos chegado a uma época de muitas doenças e o meu pai acabou por morrer com uma dessas doenças. Tive de começar a procurar emprego. As minhas irmãs ficavam sozinhas em casa, mas o meu cão cuidava delas. Decidi ir estudar tinha eu dezasseis anos mas, como as minhas irmãs não queriam estudar, eu aproveitei. Quando lhes dei a notícia, as minhas irmãs ficaram radiantes, juntamente com o meu cão. Não parou de dar pulos. Eu agradeci-lhe, pois ele nunca deixou de me apoiar e estava lá nos momentos mais difíceis.
Hoje tenho quarenta anos, sou licenciada em Línguas e Literaturas, tenho um filho de oito anos e sou feliz, muito feliz. As minhas irmãs também são felizes, mas não têm filhos. Sabem
ler e escrever, pois eu ensinei-lhes. Em relação ao cão já não é o mesmo, pois o outro morreu de velhice. Agora tenho outro cão tão especial quanto o que tive e isso é o que importa.
Ana Lúcia Alves Correia, 7º ano - 2º Prémio(3º Ciclo)
Numa tarde de Primavera, Rosa, Maria, Ana e Catarina, acompanhadas pelo seu
fiel amigo Patacas, decidiram ir até à praia. Quando chegaram, pousaram as toalhas e correram até ao mar para sentirem a água nos seus pés.
Desde que as férias começaram, as quatro amigas tinham sempre tentado passar as tardes juntas. Estavam sempre prontas para uma aventura
Numa ilha muito longínqua, eu e as minhas três irmãs éramos muito pobres, órfãs de
mãe e vivíamos numa casa muito pequena. O nosso pai trabalhava no campo e tinha muito pouco dinheiro. O ordenado era baixo e havia muitas despesas a pagar. Nenhuma de nós estudava, pois não havia dinheiro. E no meio disto tudo havia um cão. Ele era a alegria da casa, pois era muito divertido, brincalhão e também era bem comportado. O cão e as minhas três irmãs gostavam muito de brincar uns com os outros. Apenas eu, a irmã mais velha, não gostava daquelas brincadeiras, pois achava-as muito infantis e eu já tinha catorze anos. Sempre quis muito estudar mas não podia, pois não havia dinheiro. Eu adorava o nosso cão e desabafava muito com ele. Tínhamos chegado a uma época de muitas doenças e o meu pai acabou por morrer com uma dessas doenças. Tive de começar a procurar emprego. As minhas irmãs ficavam sozinhas em casa, mas o meu cão cuidava delas. Decidi ir estudar tinha eu dezasseis anos mas, como as minhas irmãs não queriam estudar, eu aproveitei. Quando lhes dei a notícia, as minhas irmãs ficaram radiantes, juntamente com o meu cão. Não parou de dar pulos. Eu agradeci-lhe, pois ele nunca deixou de me apoiar e estava lá nos momentos mais difíceis.Hoje tenho quarenta anos, sou licenciada em Línguas e Literaturas, tenho um filho de oito anos e sou feliz, muito feliz. As minhas irmãs também são felizes, mas não têm filhos. Sabem
ler e escrever, pois eu ensinei-lhes. Em relação ao cão já não é o mesmo, pois o outro morreu de velhice. Agora tenho outro cão tão especial quanto o que tive e isso é o que importa.Ana Lúcia Alves Correia, 7º ano - 2º Prémio(3º Ciclo)
Numa tarde de Primavera, Rosa, Maria, Ana e Catarina, acompanhadas pelo seu
fiel amigo Patacas, decidiram ir até à praia. Quando chegaram, pousaram as toalhas e correram até ao mar para sentirem a água nos seus pés.Desde que as férias começaram, as quatro amigas tinham sempre tentado passar as tardes juntas. Estavam sempre prontas para uma aventura
- O que acham de irmos até àquela rocha ali ao fundo? - sugeriu Catarina. - Podíamos fazer uma corrida!
Todos concordaram, e o vencedor foi, claro, o Patacas, que era o mais rápido, seguido pela Catarina e pelas outras amigas. Depois de muito brincarem, Ana achou algo um tanto esquisito na areia.
-O que será? - perguntou, curiosa a Maria.
O objecto tinha a forma de um pentágono e tinha cinco pequenas jóias, uma de cada cor em cada ponta. As raparigas decidiram guardar aquele maravilhoso objecto e investigar. À noite, Rosa (que tinha ficado com o pentágono) reparou que o objecto tinha algo gravado. Dizia: “ O pentágono da esperança estará sempre vivo, nos corações do povo”.
No dia seguinte Rosa mostrou a frase às suas companheiras. Patacas, como por magia, cheirou o objecto e começou a correr até à biblioteca. Lá, as quatro amigas tiveram a oportunidade de poder pesquisar sobre o pentágono e acharam uma coisa maravilhosa. O pentágono da esperança era uma jóia lendária. As cinco pontas significavam os cinco continentes do planeta, e a frase inscrita queria dizer que, por mais guerra que o mundo possa ter, haverá sempre esperança.
As amigas decidiram enterrar a jóia e guardar segredo sobre este fantástico objecto.
Patric Teixeira Pereira, 7º ano - 3º Prémio(3º Ciclo)
Num lindo sábado de Primavera, onde todas as flores de amendoeira já desabrochavam, quatro amigas chamadas Inês, Joana, Andreia e Ana decidiram reunir-se e ir dar um passeio pelo campo, visto que estava um dia em que o sol iluminava tudo de uma maneira mais brilhante e oferecia um calor com uma certa frescura, mas também porque já estavam fartas da poluição que teriam de respirar na cidade.
Encontraram-se todos e fizeram-se ao caminho. Iam por uma pequena estrada de terra batida onde, assim do nada, se depararam com um pequeno cachorrinho, o qual tinha uma tristeza e receio nos seus olhos. O seu pêlo era castanho bastante clarinho que se realçava ainda mais com a luz solar incidindo sobre ele.
A Inês, como adorava animais como os futebolistas adoram a bola, pegou no cac
horrinho e dirigiu-se às suas amigas :
- Oh! Pobre Cachorrinho...- disse com um sentimento de pena enorme.
- Se calhar perdeu-se. - acrescentou a Ana- Vê lá se ele tem coleira.
- Não, não tem. - respondeu a Inês.
- Ou então talvez os seus donos o tenham abandonado. - opinou a Andreia fazendo suaves festinhas no adorável cachorrinho.
- Tens razão. - concordou a Joana.- As pessoas hoje em dia livram-se dos seus animais com
o se livram do lixo!
- Sendo assim, levamos o cachorro, visto que ele também já se familiarizou com a Inês e pode ser que encontremos o seu dono caso ele se tenha perdido.- disse a Ana.
As outras três raparigas concordaram e assim fizeram.
Algum tempo mais tarde as raparigas e até o próprio cachorrinho cansaram-se e desistiram.
- Não vale a pena.
- Parece que vamos ter de ficar com ele. - disse a Inês.
- Por nós tudo bem. Mas só uma coisa... - afirmaram as três raparigas.
- O quê? - perguntou a Inês um pouco desconfiada.
- Nós damos o nome ao cão que passará a chamar-se “Cadelo” e tu cuidas dele.
E assim fizeram. O cachorrinho cresceu e nunca mais se esqueceu da sua dona muito carinhosa e das suas amigas.
Todos concordaram, e o vencedor foi, claro, o Patacas, que era o mais rápido, seguido pela Catarina e pelas outras amigas. Depois de muito brincarem, Ana achou algo um tanto esquisito na areia.
-O que será? - perguntou, curiosa a Maria.
O objecto tinha a forma de um pentágono e tinha cinco pequenas jóias, uma de cada cor em cada ponta. As raparigas decidiram guardar aquele maravilhoso objecto e investigar. À noite, Rosa (que tinha ficado com o pentágono) reparou que o objecto tinha algo gravado. Dizia: “ O pentágono da esperança estará sempre vivo, nos corações do povo”.
No dia seguinte Rosa mostrou a frase às suas companheiras. Patacas, como por magia, cheirou o objecto e começou a correr até à biblioteca. Lá, as quatro amigas tiveram a oportunidade de poder pesquisar sobre o pentágono e acharam uma coisa maravilhosa. O pentágono da esperança era uma jóia lendária. As cinco pontas significavam os cinco continentes do planeta, e a frase inscrita queria dizer que, por mais guerra que o mundo possa ter, haverá sempre esperança.
As amigas decidiram enterrar a jóia e guardar segredo sobre este fantástico objecto.
Patric Teixeira Pereira, 7º ano - 3º Prémio(3º Ciclo)
Num lindo sábado de Primavera, onde todas as flores de amendoeira já desabrochavam, quatro amigas chamadas Inês, Joana, Andreia e Ana decidiram reunir-se e ir dar um passeio pelo campo, visto que estava um dia em que o sol iluminava tudo de uma maneira mais brilhante e oferecia um calor com uma certa frescura, mas também porque já estavam fartas da poluição que teriam de respirar na cidade.
Encontraram-se todos e fizeram-se ao caminho. Iam por uma pequena estrada de terra batida onde, assim do nada, se depararam com um pequeno cachorrinho, o qual tinha uma tristeza e receio nos seus olhos. O seu pêlo era castanho bastante clarinho que se realçava ainda mais com a luz solar incidindo sobre ele.
A Inês, como adorava animais como os futebolistas adoram a bola, pegou no cac
horrinho e dirigiu-se às suas amigas :- Oh! Pobre Cachorrinho...- disse com um sentimento de pena enorme.
- Se calhar perdeu-se. - acrescentou a Ana- Vê lá se ele tem coleira.
- Não, não tem. - respondeu a Inês.
- Ou então talvez os seus donos o tenham abandonado. - opinou a Andreia fazendo suaves festinhas no adorável cachorrinho.
- Tens razão. - concordou a Joana.- As pessoas hoje em dia livram-se dos seus animais com
o se livram do lixo!- Sendo assim, levamos o cachorro, visto que ele também já se familiarizou com a Inês e pode ser que encontremos o seu dono caso ele se tenha perdido.- disse a Ana.
As outras três raparigas concordaram e assim fizeram.
Algum tempo mais tarde as raparigas e até o próprio cachorrinho cansaram-se e desistiram.
- Não vale a pena.
- Parece que vamos ter de ficar com ele. - disse a Inês.
- Por nós tudo bem. Mas só uma coisa... - afirmaram as três raparigas.
- O quê? - perguntou a Inês um pouco desconfiada.
- Nós damos o nome ao cão que passará a chamar-se “Cadelo” e tu cuidas dele.
E assim fizeram. O cachorrinho cresceu e nunca mais se esqueceu da sua dona muito carinhosa e das suas amigas.
CONCURSO LITERÁRIO-TEXTOS PREMIADOS
Jéssica Filipa da Conceição Legrante, 6º Ano – 1º Prémio (2º Ciclo)
Era uma vez quatro raparigas, das quatro eu era uma.
Num dia em que o sol brilhava como um diamante, combinámos ir fazer um piquenique.
Eu levava a comida: sandes, bolachas, um bolo que a minha mãe tinha feito, doces e um belo sumo fresquinho.
Estávamos a comer o lanche que eu tinha trazido e elas gostaram muito, entretanto apareceu um cão tão magro que só se via os ossos.
Nós tivemos tanta pena que lhe demos o resto da comida. Ele, coitado, comeu tudo num instante, depois começou a brincar com a bola que uma das minhas amigas tinha trazido. Fomos brincar com ele e de seguida, como estava tanto calor, fomos tomar uma banhoca no rio.
Bem, tinha chegado a hora de todas irmos para casa.
O pobre cãozinho ainda tinha fome, pois brincámos tanto.
Eu disse:
- Olhem meninas, alguém tem que levar o cão.
Uma delas, triste, exclamou:
- Os meus pais nunca me irão deixar ter um cão.
Ninguém podia levar o cão e eu decidi:
- Pronto, fico eu com ele, os meus pais não se devem importar.
Cheguei a casa e mostrei aos meus pais. Ao início não tinham muito boa cara, mas lá deixaram.
Ele é o meu melhor amigo.
Viviana Afonso Charrua Candeias Costa, 6º ANO -2º Prémio (2º Ciclo)
Era uma vez quatro raparigas, das quatro eu era uma.
Num dia em que o sol brilhava como um diamante, combinámos ir fazer um piquenique.

Eu levava a comida: sandes, bolachas, um bolo que a minha mãe tinha feito, doces e um belo sumo fresquinho.
Estávamos a comer o lanche que eu tinha trazido e elas gostaram muito, entretanto apareceu um cão tão magro que só se via os ossos.
Nós tivemos tanta pena que lhe demos o resto da comida. Ele, coitado, comeu tudo num instante, depois começou a brincar com a bola que uma das minhas amigas tinha trazido. Fomos brincar com ele e de seguida, como estava tanto calor, fomos tomar uma banhoca no rio.
Bem, tinha chegado a hora de todas irmos para casa.
O pobre cãozinho ainda tinha fome, pois brincámos tanto.
Eu disse:
- Olhem meninas, alguém tem que levar o cão.
Uma delas, triste, exclamou:
- Os meus pais nunca me irão deixar ter um cão.
Ninguém podia levar o cão e eu decidi:
- Pronto, fico eu com ele, os meus pais não se devem importar.
Cheguei a casa e mostrei aos meus pais. Ao início não tinham muito boa cara, mas lá deixaram.
Ele é o meu melhor amigo.
Viviana Afonso Charrua Candeias Costa, 6º ANO -2º Prémio (2º Ciclo)
Era uma cidade longe daqui, e numa vivenda amarela com flores de todas as cores, viviam Teresa e Luísa, umas gémeas lindas, eram iguaizinhas, tinham cabelos longos e encaracolados, tinham uns olhos azuis que brilhavam como o sol.
No tempo de férias as gémeas iam sempre para casa das suas primas, Carla e Manuela. Divertiam-se sempre com as primas e também porque elas tinham uma cadela, a Lassie, e
iam à praia, ao Zoo, ao Shopping.
E nestas férias de Verão elas iam a uma ilha, que não conheciam, elas gostavam muito de aprender coisas novas. Então, Teresa e Luísa, arrumaram a roupa colorida na mala vermelha e amarela e foram para casa das primas. Quando lá chegaram foram recebidas com uma mesa de madeira, cheia de bolos e leite. Depois, as gémeas e as primas foram para o jardim brincar com a Lassie, que as lambeu todas.
Em seguida foram lanchar, para terem energia para andarem de barco até à tal ilha.
Quando chegaram à ilha a Teresa e a Luísa perguntaram aos tios se podiam acampar lá. Os tios disseram que sim e disseram para elas irem montando a tenda, que eles e as primas iam procurar comida.
A Lassie ficou com elas, mas ia ficando cada vez mais escuro e as meninas ficaram com medo.
No tempo de férias as gémeas iam sempre para casa das suas primas, Carla e Manuela. Divertiam-se sempre com as primas e também porque elas tinham uma cadela, a Lassie, e
iam à praia, ao Zoo, ao Shopping.E nestas férias de Verão elas iam a uma ilha, que não conheciam, elas gostavam muito de aprender coisas novas. Então, Teresa e Luísa, arrumaram a roupa colorida na mala vermelha e amarela e foram para casa das primas. Quando lá chegaram foram recebidas com uma mesa de madeira, cheia de bolos e leite. Depois, as gémeas e as primas foram para o jardim brincar com a Lassie, que as lambeu todas.
Em seguida foram lanchar, para terem energia para andarem de barco até à tal ilha.
Quando chegaram à ilha a Teresa e a Luísa perguntaram aos tios se podiam acampar lá. Os tios disseram que sim e disseram para elas irem montando a tenda, que eles e as primas iam procurar comida.
A Lassie ficou com elas, mas ia ficando cada vez mais escuro e as meninas ficaram com medo.
De repente ouviram uns passos e uma voz aterrorizada disse:
- Tenham calma, eu não faço mal. Chamo-me Vitória e moro na ilha, ouvi passos e vim ver o que era.
A Lassie começou a ladrar, mas a Vitória acalmou-a dando-lhe um biscoito de cães. As meninas ficaram mais tranquilas quando viram que a rapariga era de confiança. A rapariga contou-lhes que o seu pai era pescador e que agora vivia na ilha, porque ajudava o seu pai a pescar. A mãe da menina apareceu por detrás de uns arbustos e disse que tinha visto uns homens e umas raparigas perdidos e que os tinha levado para sua casa. Então a Luísa e a Teresa seguiram a menina e a mãe, e a Lassie muito contente com outro biscoito na boca.
Quando chegaram a casa da menina comeram um bom salmão em pratos de porcelana e beberam água da nascente em copos de vidro brilhante. Quando acabaram de comer voltaram para casa, e as meninas fizeram um grande desenho e escreveram um texto lindo que entregaram à sua professora da escola.
E nunca se esqueceram da menina Vitória e a Lassie também não.
A Lassie começou a ladrar, mas a Vitória acalmou-a dando-lhe um biscoito de cães. As meninas ficaram mais tranquilas quando viram que a rapariga era de confiança. A rapariga contou-lhes que o seu pai era pescador e que agora vivia na ilha, porque ajudava o seu pai a pescar. A mãe da menina apareceu por detrás de uns arbustos e disse que tinha visto uns homens e umas raparigas perdidos e que os tinha levado para sua casa. Então a Luísa e a Teresa seguiram a menina e a mãe, e a Lassie muito contente com outro biscoito na boca.
Quando chegaram a casa da menina comeram um bom salmão em pratos de porcelana e beberam água da nascente em copos de vidro brilhante. Quando acabaram de comer voltaram para casa, e as meninas fizeram um grande desenho e escreveram um texto lindo que entregaram à sua professora da escola.
E nunca se esqueceram da menina Vitória e a Lassie também não.
Vladlena Blyudina Serra, 5º Ano – 3º Prémio (2º Ciclo)
Num belo dia de Verão três amigas combinaram ir à praia.
-Olá moças. Estão boas? - disse a Cláudia.
-Estamos óptimas! Estas férias estão a ser o máximo! – disseram as manas em coro.
Estenderam as toalhas, despiram a roupa e foram nadar, a água estava quentinha,
parecia as praias do Brasil.
Entretanto a Cláudia sentiu uma dor, deitou-se na praia para tentar acalmar.
Chegou entretanto uma rapariga com um cão e perguntou:
- O que se passou?
- A minha amiga sentiu uma dor no peito e depois nós decidimos deitá-la na areia para repousar. - disse uma das irmãs ( a Joana).
A rapariga era deficiente. Levantou-se e disse que provavelmente era uma fractura. Chamou o seu cão, o Bolitas, e pediu-lhe que fosse chamar o seu pai, que era médico.
A Cláudia estava melhor, graças a uma rapariga desconhecida.
Foram até à rapariga e perguntaram:
-Como te chamas? Obrigada por me ajudares! – disse a Cláudia.
-Chamo-me Francisca. - disse ela.
-Queres brincar connosco? – disseram as amigas.
- Ah! Mas quem quer brincar com uma deficiente? Eu não tenho amigos! – disse a Francisca, tristemente.
-Não digas isso! Tu és especial e muito fixe ! Ajudaste-me e nem me conhecias. – exclamou a Cláudia.
-Está bem! Eu vou!
Brincaram, nadaram todo o dia, todas juntas, com o Bolitas. Divertiram-se muito.
- Este foi o dia mais feliz da minha vida! Fiz três amigas espectaculares. - disse a Francisca alegremente.
Todos os dias de Verão combinaram ir à praia, à piscina, a casa umas das outras e divertiam-se sempre.
- Meninas, tenho uma coisa para vos contar! Eu...- disse a Francisca.
- Diz, diz! – gritaram elas.
-Eu vou - me mudar para a vossa escola!!! – gritava ela de alegria.
Elas pulavam, gritavam, estavam muito, muito felizes. Bolitas olhava para elas, depois começou a ladrar, também queria festa!!!
Aquela amizade durou para sempre, até ao fim das suas vidas!
-Olá moças. Estão boas? - disse a Cláudia.
-Estamos óptimas! Estas férias estão a ser o máximo! – disseram as manas em coro.
Estenderam as toalhas, despiram a roupa e foram nadar, a água estava quentinha,
parecia as praias do Brasil.Entretanto a Cláudia sentiu uma dor, deitou-se na praia para tentar acalmar.
Chegou entretanto uma rapariga com um cão e perguntou:
- O que se passou?
- A minha amiga sentiu uma dor no peito e depois nós decidimos deitá-la na areia para repousar. - disse uma das irmãs ( a Joana).
A rapariga era deficiente. Levantou-se e disse que provavelmente era uma fractura. Chamou o seu cão, o Bolitas, e pediu-lhe que fosse chamar o seu pai, que era médico.
A Cláudia estava melhor, graças a uma rapariga desconhecida.
Foram até à rapariga e perguntaram:
-Como te chamas? Obrigada por me ajudares! – disse a Cláudia.
-Chamo-me Francisca. - disse ela.
-Queres brincar connosco? – disseram as amigas.
- Ah! Mas quem quer brincar com uma deficiente? Eu não tenho amigos! – disse a Francisca, tristemente.
-Não digas isso! Tu és especial e muito fixe ! Ajudaste-me e nem me conhecias. – exclamou a Cláudia.
-Está bem! Eu vou!
Brincaram, nadaram todo o dia, todas juntas, com o Bolitas. Divertiram-se muito.
- Este foi o dia mais feliz da minha vida! Fiz três amigas espectaculares. - disse a Francisca alegremente.
Todos os dias de Verão combinaram ir à praia, à piscina, a casa umas das outras e divertiam-se sempre.
- Meninas, tenho uma coisa para vos contar! Eu...- disse a Francisca.
- Diz, diz! – gritaram elas.
-Eu vou - me mudar para a vossa escola!!! – gritava ela de alegria.
Elas pulavam, gritavam, estavam muito, muito felizes. Bolitas olhava para elas, depois começou a ladrar, também queria festa!!!
Aquela amizade durou para sempre, até ao fim das suas vidas!
Andreia Filipa Lamy da Silva, 6º Ano – 3º Prémio ex-aequo (2º Ciclo)
Era uma vez um grupo de quatro raparigas muito cruéis. Os seus pais não davam conta das suas maldades, pois eram tantas, tantas, tantas...
Duas delas chamavam-se Inês e as outras Maria e Carina.
Um dia a Carina exclamou:
- Não se esqueçam que amanhã é o dia em que todas as nossas maldades se juntam e serão mais rijas.
Chegara o desejado e muitíssimo cruel dia, as quatro raparigas estavam em pulgas. A primeira maldade foi simular um assalto ao banco BCP. Mal os guardas chegaram ao local, não conseguiam sair do carro, estavam pegados aos bancos com super cola 24. Todas gritavam e riam de alegria e orgulho do que tinham feito. Pregaram mais 98 maldades e, quando iam fazer o recorde da
s 100 maldades, apareceu-lhes à frente um cão. Era fofo como uma almofada e os olhos eram um autêntico oceano. Não resistiram àquela doçura e levaram-no com elas. Rubi, o cão murmurou:
- Eu ficarei convosco se, em vez de fazerem maldades, ajudarem as pessoas.
Passadas duas semanas tinham feito o recorde de mil ajudas por dia, e o desejo do grupo das quatro raparigas concretizou-se, tinham asas. A partir daquele dia não era um grupo de quatro raparigas que ajudavam as pessoas, mas sim um humilde e coração de manteiga grupo de quatro lindas raparigas e um cão muito doce.
Duas delas chamavam-se Inês e as outras Maria e Carina.
Um dia a Carina exclamou:
- Não se esqueçam que amanhã é o dia em que todas as nossas maldades se juntam e serão mais rijas.
Chegara o desejado e muitíssimo cruel dia, as quatro raparigas estavam em pulgas. A primeira maldade foi simular um assalto ao banco BCP. Mal os guardas chegaram ao local, não conseguiam sair do carro, estavam pegados aos bancos com super cola 24. Todas gritavam e riam de alegria e orgulho do que tinham feito. Pregaram mais 98 maldades e, quando iam fazer o recorde da
s 100 maldades, apareceu-lhes à frente um cão. Era fofo como uma almofada e os olhos eram um autêntico oceano. Não resistiram àquela doçura e levaram-no com elas. Rubi, o cão murmurou:- Eu ficarei convosco se, em vez de fazerem maldades, ajudarem as pessoas.
Passadas duas semanas tinham feito o recorde de mil ajudas por dia, e o desejo do grupo das quatro raparigas concretizou-se, tinham asas. A partir daquele dia não era um grupo de quatro raparigas que ajudavam as pessoas, mas sim um humilde e coração de manteiga grupo de quatro lindas raparigas e um cão muito doce.
CONCURSO "PARA MIM UM LIVRO É..."

No dia do Livro (23 de Abril), decorreu um concurso de frases na BE.
PARA MIM UM LIVRO É...
As frases vencedoras foram:

PARA MIM UM LIVRO É...
As frases vencedoras foram:

Para mim o livro é um amigo.É uma fonte de informação, de amor e de paixão.Com ele posso voar, brincar, sorrir e dançar.Quando estou sozinha, ele faz-me companhia.Trago-o sempre comigo, pois ele é o meu melhor amigo!Não há nada como um bom livro!
Letícia Thomaz - nº18 - 6ºD
Para mim um livro é um mundo de fantasia, um mundo misterioso,
onde tudo se espera.
Um livro é um mundo cheio de coisas boas e más, cheio de alegria e tristeza.
Illya Gerasymchuk nº21 - 7ºD
Para mim um livro é um amigo que nos faz companhia 24 horas por dia.
É uma fonte de informação, uma aventura, uma diversão.
Nele podemos estudar, dar asas à imaginação, voar, viajar…
Para mim um livro é um objecto mágico.
Daniel Neto nº5, 6ºD
Para mim um livro é um mundo de fantasia que conta coisas engraçadas e nos faz sonhar.
Filipa nº9 5ºA
Letícia Thomaz - nº18 - 6ºD
Para mim um livro é um mundo de fantasia, um mundo misterioso,
onde tudo se espera.

Um livro é um mundo cheio de coisas boas e más, cheio de alegria e tristeza.
Illya Gerasymchuk nº21 - 7ºD
Para mim um livro é um amigo que nos faz companhia 24 horas por dia.
É uma fonte de informação, uma aventura, uma diversão.
Nele podemos estudar, dar asas à imaginação, voar, viajar…
Para mim um livro é um objecto mágico.
Daniel Neto nº5, 6ºD
Para mim um livro é um mundo de fantasia que conta coisas engraçadas e nos faz sonhar.
Filipa nº9 5ºA
Os prémios e diplomas serão entregues, dia 17 (3ªFeira), pelas 11.50, na Biblioteca.
CONCURSO "DESCOBRE O AUTOR"
Realizou-se , na semana de 23 de Abril, o concurso "Descobre o Autor" para comemorar o Dia Mundial do Livro.RESULTADOS DO CONCURSO “DESCOBRE O AUTOR”
AS RESPOSTAS CORRECTAS ERAM:
LIVRO: Aventuras de João Sem Medo
AUTOR: José Gomes Ferreira
Acertaram 15 alunos:
· Filipa - nº9 do 5ºA
· Adriana Damásio – nº1 do 5ºA
· João Santos - nº15 do 5ºA
· Andreia Francisco – nº3 do 6ºD
· Cláudia Rocha – nº 6 do 5ºA
· Evann Kermorvant – nº11 do 6ºB
· Sara Spencer- nº14 do CEF-Comercial
· Illya Gerasymchuk – nº21 do 7ºD
· Miguel Serôdio – nº 3 do 8ºD
· Elmir Bayramov – nº8 do 7ºE
· Daniel Neto – nº5 do 6ºD
· Cristina – nº7 do 5ºA
· Jéssica Gaspar –nº 12 do 6ºD
· Edgar Ferreira – nº8 do 5ºC
· Letícia Thomaz –nº 18 do 6ºD
DEVIDO AO ELEVADO NÚMERO DE ALUNOS QUE ACERTARAM, FOI FEITO UM SORTEIO PARA APURAR OS QUE RECEBERÃO UM PRÉMIO:
· Cláudia Rocha – nº6 do 5ºA
· Edgar Ferreira - nº 8 do 5ºC
· Andreia Francisco - nº3 do 6ºD
Todos os participantes receberão um diploma. Os três alunos sorteados receberão também um prémio.
A entrega de prémios e diplomas será efectuada no próximo dia 17 de Junho (3ª Feira), pelas 11.50 ,na Salinha de Leitura da Biblioteca.
AS RESPOSTAS CORRECTAS ERAM:
LIVRO: Aventuras de João Sem Medo
AUTOR: José Gomes Ferreira
Acertaram 15 alunos:
· Filipa - nº9 do 5ºA
· Adriana Damásio – nº1 do 5ºA
· João Santos - nº15 do 5ºA
· Andreia Francisco – nº3 do 6ºD

· Cláudia Rocha – nº 6 do 5ºA
· Evann Kermorvant – nº11 do 6ºB
· Sara Spencer- nº14 do CEF-Comercial
· Illya Gerasymchuk – nº21 do 7ºD
· Miguel Serôdio – nº 3 do 8ºD
· Elmir Bayramov – nº8 do 7ºE
· Daniel Neto – nº5 do 6ºD
· Cristina – nº7 do 5ºA
· Jéssica Gaspar –nº 12 do 6ºD
· Edgar Ferreira – nº8 do 5ºC
· Letícia Thomaz –nº 18 do 6ºD
DEVIDO AO ELEVADO NÚMERO DE ALUNOS QUE ACERTARAM, FOI FEITO UM SORTEIO PARA APURAR OS QUE RECEBERÃO UM PRÉMIO:
· Cláudia Rocha – nº6 do 5ºA
· Edgar Ferreira - nº 8 do 5ºC
· Andreia Francisco - nº3 do 6ºD
Todos os participantes receberão um diploma. Os três alunos sorteados receberão também um prémio.
A entrega de prémios e diplomas será efectuada no próximo dia 17 de Junho (3ª Feira), pelas 11.50 ,na Salinha de Leitura da Biblioteca.
SONETO DE CAMÕES
Amor é fogo que arde sem se ver
Amor é fogo que arde sem se ver;
É ferida que dói e não se sente;
É um contentamento descontente;
É dor que desatina sem doer;
É um não querer mais que bem querer;
É solitário andar por entre a gente;
É nunca contentar-se de contente;
É cuidar que se ganha em se perder;
É querer estar preso por vontade;
É servir a quem vence, o vencedor;
É ter com quem nos mata lealdade.
Mas como causar pode seu favor
Nos corações humanos amizade,
Se tão contrário a si é o mesmo Amor?
Amor é fogo que arde sem se ver;

É ferida que dói e não se sente;
É um contentamento descontente;
É dor que desatina sem doer;
É um não querer mais que bem querer;
É solitário andar por entre a gente;
É nunca contentar-se de contente;
É cuidar que se ganha em se perder;
É querer estar preso por vontade;
É servir a quem vence, o vencedor;
É ter com quem nos mata lealdade.
Mas como causar pode seu favor
Nos corações humanos amizade,
Se tão contrário a si é o mesmo Amor?
Luís de Camões
10 de Junho - DIA DE CAMÕES
Vê este pequeno filme e fica a conhecer melhor o grande poeta português Luís Vaz de Camões...
10 de JUNHO - DIA DE PORTUGAL

Sabias que Luís de Camões morreu neste dia em 1580?
É a razão de este ser o Dia de Portugal, chamado oficialmente Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas.
Este poeta foi uma das pessoas que mais elogiou as aventuras heróicas dos nossos antepassados! Ele próprio era um grande aventureiro!
Sabias que, há bastantes anos, o 10 de Junho era chamado o «Dia da Raça»? «Raça» lusitana, ou seja, todos os que são portugueses, tanto os que estão em Portugal como os que vivem por todo o mundo!
Nessa época falava-se muito de heroísmo e orgulho na nação. Na justa medida, são element
os importantes para manter uma cultura e um sentimento patriótico.Mas repara: patriotismo não se deve confundir com nacionalismo. Neste último, os sentimentos positivos de pertença a um país (patriotismo) tornam-se negativos e o acha-se que o próprio país é «superior» a todos os outros... Isso pode ser mau.
Bom, e agora outra questão:Sabias que a nossa língua é a 7ª mais falada do mundo? E olha que existem milhares de línguas e dialectos!
Mas não é só Camões que representa o nosso país. Existem outros símbolos que nos representam e que também têm história: - a bandeira nacional;- o hino nacional;- e a língua portuguesa!
(in Site Júnior)
NO FUNDO DO MAR
E a propósito de oceanos e de mar, aqui vos deixo uma bela poesia de Sophia de Mello Breyner Andresen:
Fundo do mar
No fundo do mar há brancos pavores,
Onde as plantas são animais
E os animais são flores.
Mundo silencioso que não atinge
A agitação das ondas.
Abrem-se rindo conchas redondas,
Baloiça o cavalo-marinho.
Um polvo avança
No desalinho
Dos seus mil braços,
Uma flor dança,
Sem ruído vibram os espaços.
Sobre a areia o tempo poisa
Leve como um lenço.
Mas por mais bela que seja cada coisa
Tem um monstro em si suspenso.
No fundo do mar há brancos pavores,
Onde as plantas são animais
E os animais são flores.
Mundo silencioso que não atinge
A agitação das ondas.
Abrem-se rindo conchas redondas,
Baloiça o cavalo-marinho.
Um polvo avança
No desalinho
Dos seus mil braços,
Uma flor dança,
Sem ruído vibram os espaços.
Sobre a areia o tempo poisa
Leve como um lenço.
Mas por mais bela que seja cada coisa
Tem um monstro em si suspenso.
Sophia de Mello Breyner Andresen
Obra Poética I
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